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Educação financeira: alunos simulam profissões e temas da cidade para gerenciar dinheiro

  • Foto do escritor: Assessoria de Comunicação
    Assessoria de Comunicação
  • 19 de jun. de 2024
  • 2 min de leitura

A preocupação e a vontade de ensinar educação financeira partiu de minha própria trajetória de vida. Sempre tive bastante dificuldade com essa área, e quando eu ainda estava na escola, não tive a oportunidade de aprender o que eram juros, como poderia organizar minhas finanças ou o que fazer para não me atrapalhar em dívidas. 


Isso me impulsionou a colocar em prática o projeto “Cidade inteligente na mente”, uma proposta de construção de uma cidade junto com as turmas do 6º e 7º ano do CEPI (Centro de Ensino em Período Integral) Francisco Maria Dantas, em Goiânia (GO), durante as minhas aulas de matemática. O objetivo da atividade, que dura o ano todo, é que os alunos consigam economizar o suficiente para comprar um lote dentro dessa cidade, que custa entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil.Inscreva-se já na 2ª edição do Prêmio Professor Porvir!


Os estudantes começam sem qualquer saldo e vão ganhando um dinheiro fictício a partir das aulas, que valem a partir de R$ 1 – e as quantias mudam todos os dias. Não há um valor estipulado. Eles já estão acostumados com esse processo e logo querem saber o valor de cada atividade. Todos os cadernos são transformados em carteiras bancárias: qualquer movimentação financeira realizada precisa estar registrada ali. Esse extrato bancário é feito à mão, deve ser atualizado corretamente e sempre é validado por mim, que converso com eles sobre todas as transações efetuadas.


O dinheiro é cumulativo e existem formas de ampliar a quantia: quando eles já têm algum saldo, passo a falar que a aula vai valer uma porcentagem: o dinheiro vai render 0,5% em um dia, 1% em outro, por exemplo. Quem faz os exercícios corretamente, não só os de porcentagem, mas todos os demais ligados ao dia a dia da aula (tabuada, geometria, raiz quadrada, números primos, entre tantas atividades ligadas ao currículo), também vê seu dinheiro render. Conto com o apoio de alunos que se candidatam a ajudantes na fiscalização das tarefas, e eles também ganham uma quantia fictícia por mês pelo trabalho.


 
 
 

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