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Encontro internacional discute alfabetização, equidade e futuro

  • Foto do escritor: Assessoria de Comunicação
    Assessoria de Comunicação
  • 12 de fev.
  • 3 min de leitura

Para fortalecer a cooperação internacional na área de educação no continente latino-americano, o Ministério da Educação (MEC) realizará, nos dias 23 e 24 de fevereiro, em Brasília, o Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro. O evento, que integra as ações do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, reunirá lideranças governamentais e organizações estratégicas da América Latina para reforçar compromissos e decisões que acelerem a alfabetização na idade certa com equidade na região.


O debate educacional sobre compreensão leitora contará com representantes dos países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. 

O objetivo principal do encontro é a construção de um compromisso político regional e de uma agenda técnica comum em torno da garantia do direito à alfabetização de todas as crianças no início do ensino fundamental. Para isso, ao longo de dois dias e uma intensa programação de painéis, os participantes poderão alinhar, com as lideranças educativas dos diferentes países, uma visão política comum em torno da centralidade do direito à alfabetização para todas as crianças e de suas conexões com o tema da equidade e do futuro comum.


A proposta é também promover o debate técnico sobre a agenda de política educacional, com base em pesquisas da área da alfabetização realizadas no continente, e produzir consensos estratégicos em torno do presente e do futuro da agenda de alfabetização das crianças. 


A agenda foi estruturada, principalmente, para responder aos desafios reais da gestão pública na área da alfabetização. Entre os principais temas destacam-se: 

- Direito à alfabetização como compromisso de altas lideranças;- Políticas de alfabetização e liderança pública em contextos subnacionais;- Sistemas de avaliação em políticas de alfabetização;- Regime de colaboração na política de alfabetização brasileira;- Mobilização para a garantia do direito à alfabetização e sustentabilidade da política pública;- Políticas de alfabetização em diferentes perspectivas;- Cultura, sustentabilidade, relações étnico-raciais e direitos humanos


A programação completa está disponível na página do evento, que será transmitido pelo canal do MEC no YouTube. Com tradução simultânea para os idiomas português, espanhol e Língua Brasileira de Sinais (Libras), o encontro projeta as discussões para todos os territórios, permitindo que pessoas interessadas no assunto integrem e acompanhem os painéis. 


Participantes – O evento reunirá lideranças políticas e técnicas do Brasil e de países da América Latina, além de secretarias estaduais e municipais, organismos internacionais, universidades, redes de pesquisa, movimentos sociais e sociedade civil organizada.


Parceiros – A realização é do MEC, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), em parceria com a Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), a Associação Brasileira de Alfabetização (Abalf), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), a Associação Bem Comum, a Fundação Lemann e o Instituto Natura. 


Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do PNE. O CNCA busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, no 4º e no 5º ano do ensino fundamental, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.    


O compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território, de acordo com suas especificidades.



 
 
 

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